IAB se manifesta sobre incêndio no Museu Nacional do Rio de Janeiro

Para o instituto, o Museu Nacional é uma vítima do descaso que são tratadas a cultura e a educação em nosso País.

IAB – Instituto dos Advogados Brasileiros divulgou nota lamentando a destruição do Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro. Na nota, a presidente do instituto, Rita Cortez, lamentou profundamente a perda do importante acervo e afirmou que o Museu foi mais uma vítima do descaso com que são tratadas a cultura e a educação em nosso país.

O instituto relembrou da fama do Museu Nacional, que é a mais antiga instituição científica do Brasil e um dos maiores museus de ciências naturais e antropológicas do mundo. Com o ocorrido, o instituto exigiu apuração das causas do incêndio e também a imputação das responsabilidades às autoridades e aos agentes públicos.

Veja a nota na íntegra.

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O Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB), instituição que cultiva desde 1843 a cultura e a educação jurídicas no País, sendo a mais antiga das Américas, lamenta profundamente a perda do importante acervo do Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, mantido por meio do especializado e cuidadoso trabalho de cientistas e pesquisadores brasileiros, empenhados em preservar a nossa memória histórica e científica.

Com 200 anos de existência e um acervo composto por mais de 20 milhões de itens, o Museu Nacional é a mais antiga instituição científica do Brasil e um dos maiores museus de ciências naturais e antropológicas do mundo. O palácio serviu de residência à família real portuguesa e à família imperial brasileira, além de ter sediado a primeira Assembleia Constituinte Republicana.

Esse verdadeiro monumento acadêmico e científico foi mais uma vítima, certamente, da falta de investimentos elementares na prevenção contra esse tipo de sinistro. E, principalmente, uma vítima do descaso com que são tratadas a Cultura e a Educação em nosso País.

O IAB exige a rigorosa apuração das causas do incêndio que destruiu o Museu Nacional na noite deste domingo (2/9), bem como a imputação das responsabilidades a autoridades e agentes públicos encarregados de zelar pela incolumidade do patrimônio histórico e cultural brasileiro.

Rita Cortez
Presidente nacional do IAB

Fonte: Portal MIGALHAS

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